terça-feira, 28 de junho de 2011

PalNiassa 2011 diário de expedição - Junho 28

Pela manhã, visita de apresentação ao Laboratório Nacional de Geologia. Bom espaço, bom equipamento e mais de duas dezenas de funcionários para analizar as amostras recolhidas. O potencial é enorme e os meios começam a existir.
Caminhar por Maputo é estar cercado de beleza. Colares, máscaras e estátuas flutuam num mar de artezanato que nos rodeia. Tem havido uma política de controlo e organização deste tipo de comércio ambulante e para tal foi criada a Feira de Artezanato, Flores e Gastronomia de Maputo. Tudo funciona de forma organizada e cordial onde os “bom dia amigo” acenam para as peças expostas ao Sol.
Este é o local ideal para casar a ciência com a arte.
Queremos um batik original e em poucos segundos somos encontrados por um artista que agradece a encomenda.
“Não tem problema amigo” e o nosso logotipo passa a existir em fundo laranja. O dicinodon volta à vida 250 milhões de anos depois, a duas dimensões e com novo brilho pintado num pano africano. O almoço é matapa de carangueijo com chima e o caminho faz-se de volta para o Museu.
Agora é tempo de encomendar as caixas para o despacho dos fósseis e de preparar mais uma apresentação.

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