
Português foi o 10.º homem a subir as 14 montanhas com mais de 8000 m sem oxigénio
artificial.
O maior alpinista português de todos os tempos.
Um verdadeiro herói nacional ficou este fim de semana, mais uma vez, na História.


Foram descobertas novas jazidas com fósseis (ex: Monte Chipalapala) novas localidades com fósseis (junto a Tulo) mas mais importante que tudo isto foram os fósseis recolhidos que se encontram em estudo no Museu da Lourinhã. São os únicos vestígios de sinapsídeos fósseis recolhidos em Moçambique nos últimos 40 anos. Entre os achados mais relevantes contam-se um esqueleto completo de um Anomodontia (Sinapsida) e um osso extremamente bem preservado da pélvis do mesmo tipo de animais. Estes achados permitirão identificar mais concretamente o animal em causa e estabelecer correlações com outros achados noutras partes do mundo.



« Sabe-se que existiram, ou que ainda existem, grupos de animais que servem para ligar, com maior ou menor intensidade, várias das grandes classes de vertebrados. Vimos, por exemplo, que o ornitorrinco passa gradualmente para o lado dos répteis; e o Professor Huxley descobriu que os dinossauros estão, em muitas características importantes, numa posição intermédia entre certos répteis e certas aves – facto que foi confirmado pelo Sr. Cope e outros –, as quais pertencem à tribo das avestruzes (que evidentemente também são o último vestígio amplamente difundido de um grupo outrora mais vasto) e ao arqueoptérix, estranha ave secundária, com uma longa cauda semelhante à de um lagarto. Além disso, e de acordo com o Professor Owen, os ictiossauros – grandes répteis marinhos providos de barbatanas – apresentavam várias afinidades com os peixes, ou melhor, segundo Huxley, com os anfíbios; que são uma classe que, por incluir na sua divisão mais avançada as rãs e os sapos, é manifestamente aparentada com os peixes ganóides. Estes últimos abundavam durante os primeiros períodos geológicos, e eram formados segundo aquilo a que chamamos modelo generalizado, isto é, apresentavam diversas afinidades com outros grupos de organismos. O Lepidosiren, por exemplo, está tão intimamente ligado aos anfíbios e aos peixes que os naturalistas debateram longamente para decidir em qual destas classes o colocar; tanto ele como alguns peixes ganóides foram preservados de uma completa extinção por habitarem em rios que funcionam como pequenos portos de refúgio, visto que estão ligados às grandes águas dos oceanos da mesma maneira que as ilhas estão ligadas aos continentes. » Citação do livro "A Origem do Homem e a Selecção Sexual" de Charles Darwin, cap. 6, página 182.
com uma certa razão de ser. No entanto, há alturas em que isto se torna absolutamente ridículo. Por exemplo, se formos às reservas do Natural History Museum em Londres e se fotografarmos os espécimes temos de previamente assinar uma declaração de forma e não usamos as fotografias para mais nada a não ser uso próprio para fins científicos... Ora, isto tem algum cabimento? Teria se os fósseis ainda não tivessem sido publicados, mas acontece que muitos deles não foram tocados desde quase do tempo de Darwin, ainda nem a Teoria da Relatividade tinha sido inventada, nem a bomba atómica, nem existia Internet, nem computadores sequer. O que acontece actualmente é que o acesso aos espécimes é actualmente extremamente difícil. E depois há outra questão, é que muitas vezes quando os paleontólogos não publicam (ou demoram a publicar - dizem eles) ficam como que detentores dos espécimes e não deixam que ninguém lhes toque... Existe um episódio
Publicado simultaneamente no Lusodinos

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"There is no war going on anywhere, without having their [the jews] finger in it."[125] »
"There is no solution for the Palestinian question except through Jihad. Initiatives, proposals and international conferences are all a waste of time and vain endeavors."
Segundo o Hamas é tudo culpa dos Judeus desde a Maçonaria até ao Rotary club, tudo claro, muito mais que provado: um dos maiores males que já surgiu na Terra.
Na sua carta fundadora o Hamas não é só semelhante ao Nacional-socialismo alemão dos anos 30, é pior!
E ainda há quem ache que se pode dialogar quando uma das partes não aceita rever estes princípios fundadores…

"The final course of this contest among males seems to be, that the strongest and most active animal should propogate the species which should thus be improved" E. Darwin, Zoonomia,1796
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Publicava-se em Inglaterra a mais fascinante obra da ciência de sempre.
No céu brilhou mais uma estrela a 7 de Novembro de 1913.
Quando a sociedade se organiza espontaneamente para compreender o mundo e explicá-lo melhor é motivo de espanto e orgulho.
Um ciclo de conferências - No Caminho da Evolução – vai anteceder esta mostra, estando a primeira sessão marcada já para o próximo dia 15 de Outubro, 4ª feira, às 18h, no Auditório 2 da Fundação. Na ocasião será lançado o livro “A Origem das Espécies de Darwin” de Janet Browne, professora de História da Ciência na Universidade de Harvard e biógrafa de referência de Charles Darwin.
Carlos Marques da Silva abrirá este ciclo de conferências com uma comunicação intitulada Entre o Céu e a Terra. Professor no Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e investigador no Centro de Geologia da mesma Universidade, Marques da Silva vai focar a importância da formação geológica de Darwin que lhe permitiu desenvolver um trabalho importante no domínio das Ciências da Terra.
A Teoria da Evolução por Selecção Natural pressupõe a existência de um tempo geológico muito extenso que permitiu as mudanças evolutivas que geraram a biodiversidade que actualmente conhecemos. Juntamente com a questão da “origem simiesca” da Humanidade, este tema suscitou reacções arrebatadas por parte da conservadora sociedade vitoriana inglesa da segunda metade do séc. XIX, alimentando variadas e calorosas polémicas.
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Retirado da Gulbenkian





A caminho de um casamento de um bom amigo.