quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Hoje não há posts... ups




Estou solidário com esta greve geral!

Farto de ver os bancos pagar 5% de imposto e os pequenos comerciantes 25%.
Farto de ver as bolsas de investigação sem aumentos há quase 10 anos.
Farto de ver este país a tratar os seus sábios com desprezo.

O BCE empresta a 1% e a banca engravatada empresta ao nosso estado a mais de 7%.
Grande negócio.

Ainda assim pergunto-me se os dirigentes sindicais que são profissionais também fazem greve hoje?

domingo, 21 de novembro de 2010

A vida no lab...

E já que é Domingo, cá vai mais uma obra prima do youtube...




Por incrivel que pareça quem passa muito tempo no lab arrisca-se a ficar MESMO assim.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

PalNiassa na web

À procura de vertebrados fósseis em Moçambique, dois investigadores portugueses regressaram este ano para uma segunda campanha, depois de terem recolhido algum material promissor em 2009.
Desta vez os esforços concentraram-se no Niassa, congregando os esforços de uma equipa com elementos dos dois países.

PARA ESCUTAR O PROGRAMA, ESCOLHA NA BARRA ÁUDIOS DO PROGRAMA A DATA DO MESMO: 2010-10-30

Rui Castanhinha e Ricardo Araújo são dois jovens investigadores portugueses com interesses em Evolução e Paleontologia.
Em 2009 somaram a estes interesses científicos o fascínio por África e rumaram a Moçambique para uma primeira expedição que se saldou pela recoilha de alguns fósseis interessantes, que estão nesta altura ainda a ser limpos e estudados.

Em Agosto último deram corpo a uma segunda expedição, orientados já pelo conhecimento adquirido em 2009 e alicerçada no apoio e interesse entretanto manifestados pelas autoridades do país.
Tratou-se de uma expedição conjunta, num projecto que tem agora seguimento em sentido oposto: um Moçambicano terá a oportunidade de apreder a preparar fósseis no Museu da Lourinhã, durante um ano, com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian.
Equipa PalNiassa presente no último dia das escavações.
(Fotos cedidas por Rui Castanhinha)


Para lerem o original cliquem aqui.




terça-feira, 2 de novembro de 2010

Fósseis de Moçambique, mais descobertas.


Em Agosto passado teve lugar uma nova expedição paleontológica a Moçambique.
Sábado passado foi para o ar mais uma entrevista sobre o projecto PalNiassa que pode ser ouvida aqui em podcast.
Já aqui fiz referência a este projecto liderado por Luís Costa Júnior, Ricardo Araújo e por mim. Temos vindo a desenvolver trabalho no sentido de conhecer melhor o potencial paleontológico de Moçambique. O país é vasto e muito pouco foi feito nas últimas décadas no que diz respeito à paleontologia de vertebrados. Nos últimos 40 anos praticamente não tem havido qualquer investigação científica nesse domínio e são raras as pessoas que se arriscam a prospectar num território tão amplo e com tão poucos dados.
No ano passado eu e o Ricardo assumimos esse risco e para nossa surpresa, correu bem. A expedição de 2009 do projecto PalNiassa foi um sucesso. Encontrámos novas localidades fossilíferas com novos fósseis e material bastante completo. Obviamente tudo isto justificava uma nova expedição a África.
Este ano, com o apoio de várias instituições, voltámos ao campo.
A equipa de 2010 contou com a colaboração de várias pessoas que, total ou parcialmente, estiveram connosco. Da parte moçambicana Salimo Mário, Pedro Madeira, Luís Macuango, João Mugabe e Mustafa, da parte portuguesa Octávio Mateus.
Queremos que este projecto continue a ser uma cooperação bilateral e que possa permitir um avanço na paleontologia moçambicana.Esperamos que o futuro nos dê razão.
Fica aqui a foto com (quase) toda a equipa acompanhada da população local.
Para todos eles: assante!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Da wiki

Acabei de ler esta frase na wiki:
"libvpx, a much more powerful encoder than ffmpeg's jpeg encoder, loses because it tries too hard to optimize for PSNR"

Já sabia, mas ver isto escrito desta forma tão clara é chocante.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Dia Aberto do Instituto Gulbenkian de Ciência


De portas abertas, o Instituto Gulbenkian de Ciência convida-o a visitar a nossa República da Ciência.
A partir das 10 e até as 17h teremos actividades “mãos na massa”, teatro pelos nossos cientistas, visitas aos laboratórios, "Top-models" , e muito mais.

Visitem o website do Dia Aberto para mais informações:
http://www.igc.gulbenkian.pt/diaaberto/2010

Contamos com a vossa presença!

Data: 9 de Outubro
Horário: 10-17h
Local: O IGC fica situado na continuação dos jardins do Palácio do
Marquês de Pombal, em Oeiras.

A entrada faz-se pela Rua da Quinta Grande, nº 6.

Coordenadas GPS: 38.690747N , 9.316195W


Estacionamento: Entrada pela rua dos Lagares da Quinta.

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Instituto Gulbenkian de Ciência is honour to invite you to our Science Republic.

Next Saturday, October 9th, 10-17h, visitors will be able to try our hands-on activities, watch theatre presented by our scientists, visit laboratories, discover out “Top-models” and so much more.

For more information and programme please visit the webpage: http://www.igc.gulbenkian.pt/diaaberto/2010

Hope to see you next Saturday!

Date: October 9th


Schedule: 10-17h

Local: Rua da Quinta Grande nr 6, Oeiras

(near Jardins do Palácio do Marquês de Pombal)

GPS: 38.690747N , 9.316195W

Parking: Rua dos Lagares da Quinta.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Inbox de hoje

"I'm Mr, Patrick Chan, Director of Hang Seng Bank. I am contacting you again
regarding the $21 million dollars business proposal I have for you. For
details, contact me privately at { pattchan01@XXX } Thank you."


Não quero deixar o Sr Chan sem resposta, afinal são 21 milhões de dólares...que devo fazer?

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Continua?


Condenações:

Carlos Silvino: 18 anos
Carlos Cruz: 7 anos
Ferreira Diniz: 7 anos
Jorge Ritto: 6 anos e 8 meses
Hugo Marçal: 6 anos e 2 meses
Manuel Abrantes: 5 anos e 9 meses

Absolvida:

Gertrudes Nunes


Imagem daki

Continua...















Imagem daki

Cientistas Moçambicanos e Portugueses descobrem fósseis de répteis que habitaram o Niassa há 250 milhões de anos

Transcrevo a notícia publicada pelo Club of Mozambique:

Um estudo arqueológico realizado por cientistas moçambicanos e portugueses, revela a descoberta, na região de Metangula, província do Niassa, norte de Moçambique, de fósseis de répteis mamalianos (sinapsídeos), que se julgam ter habitador a terra há mais de 250 milhões de anos.

A equipa de cientistas dos dois países, conseguiu recolher cerca de quinhentos quilos de ossadas de animais da época anterior ao aparecimento do homem à face da terra.

O feito está inserido num projecto de prospecção e escavação de espécies de animais vertebrados em curso não só no Niassa, como também nas províncias de Tete (centro) e Cabo Delgado (norte), envolvendo cientistas de Moçambique e de Portugal.

A pesquisa visa compreender melhor o passado remoto de Moçambique, promover a investigação científica e proteger o património arqueológico nacional.

Ontem, na apresentação dos resultados das investigações, o cientista português Rui Castanhinha, afirmou estar-se perante uma importante descoberta, uma vez que se determinará o papel daqueles animais no surgimento dos actuais “mamíferos modernos”.

O director do Museu da História Natural (MHN), Manuel Costa Júnior, disse que se espera desta descoberta, que se enquadra no projecto científico internacional denominado PalNiassa, mais novidades, facto que só irá garantir a compreensão do panorama geológico nacional.

“Esperamos mais novidades sobre estes antepassados dos mamíferos modernos. Desta forma, espera-se poder compreender melhor como era o passado geológico de Moçambique e contribuir para o desenvolvimento científico nacional e internacional”, disse Júnior.

Os exploradores dos fósseis afirmaram que apesar de Moçambique não ser o único país a fazer estas revelações, os materiais desvendados apresentam particularidades diferentes dos anteriormente descobertos, daí que vão contribuir de grande formar para desvendar certos mistérios da espécie.

De referir que com este novo cenário geológico moçambicano, o país transforma-se na quarta bacia mundial com descobertas de género, atrás da África do Sul, China e Rússia.

A bacia moçambicana será integrada às outras com a finalidade de se saber como é que estes animais surgiram naquele local e qual é a sua importância para o surgimento de mamíferos modernos.

O material será levado a Portugal para a preparação das condições da sua conservação no MHN e não previsão das datas do regresso ao país, pois dependerá da data da finalização do preparo.

Fonte: RM

Neurociências